Victor Hugo foi um poeta, escritor e ativista político que viveu durante quase todo século XIX na França. Tinha espírito democrata e isso fica bem demonstrado no filme, no personagem do Marius.
O filme se passa entre o final do século XVIII e século XIX e trata de críticas a todo lado da sociedade: miséria do povo, a desproporcionalidade das penas, a crítica ao sistema e valores sociais vista do ângulo do opressor e do oprimido. Em duas horas, o filme conta muito bem a estória e é muito rico.
Jean Valdjean foi condenado a 20 anos de prisão por furto de pão e fugiu durante sua condicional. Nas ruas, na miséria, bateu na porta de um frei que lhe deu comida, cama para passar a noite. O tratamento dado a Valdjean o coisificou. Ele já não tinha mais dignidade, perspectivas e o único tratamento esperado dele era o de um galé, ex presidiário, um pária, marginal. Por uma atitude extremada e justificável, tornou-se para sempre alguém indigno do convívio social. Embora, tenha o agredido, furtado-lhe talheres de prata, quando a polícia o captura, o frei não o denuncia, diz que foi presente e o "ladrão" é solto. Aí é que entra a ética religiosa. Perante Deus, somos todos iguais, o frei "compra" a alma de Valdjean e o devolve a Deus. De quem se esperava a posição de acusador, de violência, veio o perdão, o voto de confiança. E a partir daí, surge um novo homem.
Inicia-se a segunda fase, Valdjean torna-se um rico, com documentos falsos, mas trabalha, restaura sua dignidade perante a sociedade e é caridoso com os necessitados. Não é reconhecido por ninguém e conhece uma prostituta, Fantine, a quem dá abrigo. Ela tem uma filha. Ao mesmo tempo, um novo chefe de polícia, Javert, ex guarda da prisão onde Valjean cumpriu pena, é nomeado. Ele o reconhece e inicia um recenseamento para pegá-lo. Não consegue,mas inicia um processo policial de investigação que é inconclusivo até que um inocente é preso e confundido com Valdjean. Ele vai ao tribunal, perante todos assume sua verdadeira identidade e passa a ser perseguido pela polícia. Fica por 10 anos num convento onde cuida da filha de Fantine, Colsette. É o isolamento dele da sociedade.
A terceira fase é a libertação. Colsette se apaixona porMarius, um libertério republicano que se envolve numa guerrilha. Ela, com os encontros, expõe Valdjean de forma que ele tem que contar-lhe quem é, e acaba sendo descoberto por Javert. E retorna a perseguição e as provações de que é um novo homem. O próprio chefe de polícia passa a questionar o sistema quando se depara com tamanha humanidade e eprdão vindos de Valdjean.
E é isso que o filme provoca: a discussão dos antagonismos: entre a marginalidade dos defensores da lei e a dos criminosos, do povo x governo, povo x nobreza. E que há nobreza nos sentimentos de todas as pessoas, cabendo a elas próprias transformar o mau, que gera a violência, em bom, que gera a nobreza. Jean cresceu por diversas vezes pela nobreza de seus sentimentos.
O filme se passa entre o final do século XVIII e século XIX e trata de críticas a todo lado da sociedade: miséria do povo, a desproporcionalidade das penas, a crítica ao sistema e valores sociais vista do ângulo do opressor e do oprimido. Em duas horas, o filme conta muito bem a estória e é muito rico.
Jean Valdjean foi condenado a 20 anos de prisão por furto de pão e fugiu durante sua condicional. Nas ruas, na miséria, bateu na porta de um frei que lhe deu comida, cama para passar a noite. O tratamento dado a Valdjean o coisificou. Ele já não tinha mais dignidade, perspectivas e o único tratamento esperado dele era o de um galé, ex presidiário, um pária, marginal. Por uma atitude extremada e justificável, tornou-se para sempre alguém indigno do convívio social. Embora, tenha o agredido, furtado-lhe talheres de prata, quando a polícia o captura, o frei não o denuncia, diz que foi presente e o "ladrão" é solto. Aí é que entra a ética religiosa. Perante Deus, somos todos iguais, o frei "compra" a alma de Valdjean e o devolve a Deus. De quem se esperava a posição de acusador, de violência, veio o perdão, o voto de confiança. E a partir daí, surge um novo homem.
Inicia-se a segunda fase, Valdjean torna-se um rico, com documentos falsos, mas trabalha, restaura sua dignidade perante a sociedade e é caridoso com os necessitados. Não é reconhecido por ninguém e conhece uma prostituta, Fantine, a quem dá abrigo. Ela tem uma filha. Ao mesmo tempo, um novo chefe de polícia, Javert, ex guarda da prisão onde Valjean cumpriu pena, é nomeado. Ele o reconhece e inicia um recenseamento para pegá-lo. Não consegue,mas inicia um processo policial de investigação que é inconclusivo até que um inocente é preso e confundido com Valdjean. Ele vai ao tribunal, perante todos assume sua verdadeira identidade e passa a ser perseguido pela polícia. Fica por 10 anos num convento onde cuida da filha de Fantine, Colsette. É o isolamento dele da sociedade.
A terceira fase é a libertação. Colsette se apaixona porMarius, um libertério republicano que se envolve numa guerrilha. Ela, com os encontros, expõe Valdjean de forma que ele tem que contar-lhe quem é, e acaba sendo descoberto por Javert. E retorna a perseguição e as provações de que é um novo homem. O próprio chefe de polícia passa a questionar o sistema quando se depara com tamanha humanidade e eprdão vindos de Valdjean.
E é isso que o filme provoca: a discussão dos antagonismos: entre a marginalidade dos defensores da lei e a dos criminosos, do povo x governo, povo x nobreza. E que há nobreza nos sentimentos de todas as pessoas, cabendo a elas próprias transformar o mau, que gera a violência, em bom, que gera a nobreza. Jean cresceu por diversas vezes pela nobreza de seus sentimentos.
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