
Não é dos melhores filmes de Kate Winslet, apesar de ter uma estória interessante, não é bem contada e tem erros primários. Um deles diz respeito à passagem de tempo. Ralph Fiennes interpreta o papel do menino na idade adulta e Kate praticamente só ganha cabelos brancos.
A estória se passa na Alemanha, na época da Segunda Guerra, e trata da "troca" entre um menino de 15 anos, Michael Berg. Ela, mais velha, o inicia sexualmente e ele lê alguns livros para ela. Daí o título do filme, o leitor, que é o que ele significa para ela. O motivo de ele ser o leitor é óbvio, mas é "o segredo " do filme, porque é um motivo de vergonha para ela. A pesonagem de Hanna Schmitiz, vivida pela Kate Winslet, vencedora do Oscar deste ano, é realmente interessante, uma pessoa que vive sozinha, de certa forma marginalizada por causa do tal segredo e constrói seus próprios valores, é solidária, ética, sensível ao menino - que se apaixona por ela por isso- tudo passado de forma romântica, leve em contraponto à segunda parte do filme, quando ela vai responder por crimes de guerra. Uma mudança brusca, repentina, que o espectador não entende porque não lhe é bem passada.
Aí, o Michael é vivido pelo Ralph Fienes, praticamente é outra pessoa. Formou-se em Direito, tornou-se promotor, questiona os valores sociais, a justiça, a má defesa que Hanna tem no Tribunal, porém, apenas como assistente, quando ele tem 18 anos. Aliás, como os jovens normalmente são: revolucionários passivos. E parece que assim ele fica pelo resto da vida. Depois que ela é condenada, ele pratica um gesto de carinho, recompensando o que um dia ela lhe fez, à distância, e ela, em agradecimento, começa a ter um sentido pra vida e tal.
O filme é fraco por ser mal conduzido, mas tem boas atuações. Kate salva o filme. É a personagem dela o mais interessante e o Michael jovem, vivido pelo ator David Kross, com 18 anos. Fiennes está razoável.
A estória se passa na Alemanha, na época da Segunda Guerra, e trata da "troca" entre um menino de 15 anos, Michael Berg. Ela, mais velha, o inicia sexualmente e ele lê alguns livros para ela. Daí o título do filme, o leitor, que é o que ele significa para ela. O motivo de ele ser o leitor é óbvio, mas é "o segredo " do filme, porque é um motivo de vergonha para ela. A pesonagem de Hanna Schmitiz, vivida pela Kate Winslet, vencedora do Oscar deste ano, é realmente interessante, uma pessoa que vive sozinha, de certa forma marginalizada por causa do tal segredo e constrói seus próprios valores, é solidária, ética, sensível ao menino - que se apaixona por ela por isso- tudo passado de forma romântica, leve em contraponto à segunda parte do filme, quando ela vai responder por crimes de guerra. Uma mudança brusca, repentina, que o espectador não entende porque não lhe é bem passada.
Aí, o Michael é vivido pelo Ralph Fienes, praticamente é outra pessoa. Formou-se em Direito, tornou-se promotor, questiona os valores sociais, a justiça, a má defesa que Hanna tem no Tribunal, porém, apenas como assistente, quando ele tem 18 anos. Aliás, como os jovens normalmente são: revolucionários passivos. E parece que assim ele fica pelo resto da vida. Depois que ela é condenada, ele pratica um gesto de carinho, recompensando o que um dia ela lhe fez, à distância, e ela, em agradecimento, começa a ter um sentido pra vida e tal.
O filme é fraco por ser mal conduzido, mas tem boas atuações. Kate salva o filme. É a personagem dela o mais interessante e o Michael jovem, vivido pelo ator David Kross, com 18 anos. Fiennes está razoável.
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