
Internacionalmente, a Suiça sempre foi um país neutro. E sempre surgiram teorias de que não era bem assim, havia panos quentes por tratar-se de sede das principais organizações internacionais. Hoje, na onda de xenofobia que assola a Europa, nem ela escapa. Não pelo caso da brasileira que disse ter sido atacada por skinheads, mas pelo fato de que isso fez várias pessoas refletirem sobre o partido que prega a intolerância como ética. SVP é o nome dele.A menina é advogada, bem nascida, bem estruturada na Suíça. Pode ser uma louca, pode ter forjado a estória pra ganhar dinheiro, pode ter sido um grande furo do jornalístico ou uma grande fraude que não deu certo. Ela está sob investigação. Há presunção de inocência. E há necessidade de não se levar em consideração uma parte da estória. Muito menos a polícia.
O que chama a atenção a este caso, pra mim, é o fato de como as minorias estão se impondo a partir da democracia. De como "verdades aparentes" são tomadas como regras e de como é conveniente o papel de minorias para certos grupos. E isto se dá por associação ao nazismo, à suástica, ao Hitler. E eu lembro todas aquelas teorias revisisonistas na cabeça, que tentam mostrar que alguém sempre tenta levar vantagem na história. E ser "o perseguido" sempre dá certo, porque sempre surgirão pessoas pra sustentá-lo no papel de vítima.
Ela poderia não estar grávida, não ter sido atacada, mas não muda o fato de existrem grupos que agiriam assim ou que muitas pessoas convenientemente se aproveitam deste tipo de situação. A imprensa é só um veículo amplificador.
Nenhum comentário:
Postar um comentário