
Sobre o texto abaixo é fácil identificar a intenção do jornal e do autor do texto em quererem "desmitificar" o islâmismo, partindo de uma tragédia para conotações políticas, como se o atentado fosse uma busca muçulmana por representação no mundo.
Há sempre um objetivo de demonstrar que um país mulçumano é tribal, não tem direitos da mulher, não aceitam direitos os humanos, coisas que para os liberais é bem difícil de entender. E partir para uma valoração dos bens que eles consideram importantes , que não são necessariamente os mesmos que os nossos, é inútil. As pessoas não querem entender isso, querem que se diga que o ocidente venceu e que desde o atentado do dia 11 de setembro, terrorismo é coisa de mulçumano. Bem simplista e mesquinha essa visão. E bem mais fácil também, né? Associa-se fatos e cria-se uma lei. Essa é a lógica da ciência medíocre. E daqueles que querem fazer a associação ao eixo do mal que é mulçumano. E ,no caso da India, a pedra no sapato é a República Islâmica do Paquistão. Que coisa,não?
O terrorismo que existe entre India e Paquistão dura desde 1947. A área da Caxemira é sacudida por movimentos terroristas de ambos os lados e sempre houve conflitos ali. O domínio sobre a bomba atômica dos dois países se dá por isso. E não só na corrida armamentista, mas também na correspondência entre direito e religião em ambos os países. Tanto um como o outro têm em seus ordenamentos uma fundamentação religiosa e o povo é regido por normas desta natureza. Já houve guerras e a comunidade internacional vive botando panos quentes pra amenizar isso. Só que ambos são da ONU e uma intervenção armada não seria conveniente.
A questão é que sempre procuram desconstruir o islâmismo. Sempre com exemplos de "mulçumanos que deram certo nos EUA" , no caso um indiano que escreveu a coluna. E o ocidente sempre pensando que o diferente tem que ceder. Que o ocidente sem impõe como aquele de valores universalmente aceitos, ícone da ética, mas enxerga sempre "os atos dos outros" pelo ângulo acusador.
O fato de um grupo terrorista usar violência como forma de chamar a atenção da comunidade internacional e exigir o que acham ser de direito não torna ilegítima a reinvidicação paqueistanesa pelo território da Caxemira. Nem cria uma subdivisão de muçulmanos fundamentalistas, moderados e de direita. Não existe essa obrigação de se posicionar. Existe a de se evitar essa inversão metonímica, ou seja: tomar o todo pela parte (terrorista).
*Revival de um dos melhores posts que eu já escrevi. Sempre, o tópico referência.
Há sempre um objetivo de demonstrar que um país mulçumano é tribal, não tem direitos da mulher, não aceitam direitos os humanos, coisas que para os liberais é bem difícil de entender. E partir para uma valoração dos bens que eles consideram importantes , que não são necessariamente os mesmos que os nossos, é inútil. As pessoas não querem entender isso, querem que se diga que o ocidente venceu e que desde o atentado do dia 11 de setembro, terrorismo é coisa de mulçumano. Bem simplista e mesquinha essa visão. E bem mais fácil também, né? Associa-se fatos e cria-se uma lei. Essa é a lógica da ciência medíocre. E daqueles que querem fazer a associação ao eixo do mal que é mulçumano. E ,no caso da India, a pedra no sapato é a República Islâmica do Paquistão. Que coisa,não?
O terrorismo que existe entre India e Paquistão dura desde 1947. A área da Caxemira é sacudida por movimentos terroristas de ambos os lados e sempre houve conflitos ali. O domínio sobre a bomba atômica dos dois países se dá por isso. E não só na corrida armamentista, mas também na correspondência entre direito e religião em ambos os países. Tanto um como o outro têm em seus ordenamentos uma fundamentação religiosa e o povo é regido por normas desta natureza. Já houve guerras e a comunidade internacional vive botando panos quentes pra amenizar isso. Só que ambos são da ONU e uma intervenção armada não seria conveniente.
A questão é que sempre procuram desconstruir o islâmismo. Sempre com exemplos de "mulçumanos que deram certo nos EUA" , no caso um indiano que escreveu a coluna. E o ocidente sempre pensando que o diferente tem que ceder. Que o ocidente sem impõe como aquele de valores universalmente aceitos, ícone da ética, mas enxerga sempre "os atos dos outros" pelo ângulo acusador.
O fato de um grupo terrorista usar violência como forma de chamar a atenção da comunidade internacional e exigir o que acham ser de direito não torna ilegítima a reinvidicação paqueistanesa pelo território da Caxemira. Nem cria uma subdivisão de muçulmanos fundamentalistas, moderados e de direita. Não existe essa obrigação de se posicionar. Existe a de se evitar essa inversão metonímica, ou seja: tomar o todo pela parte (terrorista).
*Revival de um dos melhores posts que eu já escrevi. Sempre, o tópico referência.
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