Se tem uma coisa que eu defendo hoje é o fim do curso de graduação de jornalismo. A situação de reféns das borrachadas ditas na imprensa está insustentável. Falo em relação ao despreparo que o jornalista tem e a relevância da informação que ele passa. Cientificamente, o curso de jornalismo tem a grade mais vagabunda de toda a área de humanas e, profissionalmente, é área que possui mais pessoas despreparadas e com excessiva liberdade de agir.
Liberdade de expressão é um direito não-absoluto do indivíduo. O que é informado gera conseqüências sociais pelas quais a imprensa não se vê responsável. É preciso relativizar e, no caso da imprensa, a falta de controle, de bom senso, está tão evidente que o Estado está desmoralizado e o indivíduo perdendo garantias. Uma bárbárie que agride o Estado democrático. A liberdade de imprensa está acobertando dois pressupostos fundamentais da informação: a isenção e a credibilidade.
Censurar é restringir conteúdo, regular é estabelecer e pressupostos e limites às ações. Alguns tipos de conteúdo exigem conhecimento técnico, como o jornalismo científico, jurídico, político. E são temas que causam repercussão na sociedade leiga. Informar um crime é uma coisa, dar opinião sobre ele é outra. Pressupõe-se conhecimento técnico pra ter credibilidade. E jornalista não tem conhecimento técnico da nada, e, nem consciência das repercussões do que fala. É leigo e informa pra leigo. E, dependendo da forma como passa, provoca revolta na população, os linchamentos, vingança privada, a bárbárie.
Um jornalista não tem - ou não deve ter- interesse no que ele informa. Não pode ser tendencioso. Na faculdade, o jornalista aprende apenas a dogmática da comunicação e sua estruturação técnica. A imprensa informa fatos. E quem informa, fala livremente sobre o assunto como se conhecedor fosse, e na verdade é leigo. Há vício. E quanto mais repetitivo e sensacionalista, mais repercussão negativa e mais falta de controle o Estado terá sobre a manifestação popular.
Por isso, sou a favor do jornalismo como pós-graduação. Os assuntos dos quais ele trata demandam conhecimento técnico e existem graduações para isso. É a única forma de se dar confiabilidade à informação e efetivar responsabilidade sobre o que é dito. Se há excesso de liberdade de alguém, não há igualdade, e vários direitos que deveriam ser protegidos pelo Estado são violados.
Liberdade de expressão é um direito não-absoluto do indivíduo. O que é informado gera conseqüências sociais pelas quais a imprensa não se vê responsável. É preciso relativizar e, no caso da imprensa, a falta de controle, de bom senso, está tão evidente que o Estado está desmoralizado e o indivíduo perdendo garantias. Uma bárbárie que agride o Estado democrático. A liberdade de imprensa está acobertando dois pressupostos fundamentais da informação: a isenção e a credibilidade.
Censurar é restringir conteúdo, regular é estabelecer e pressupostos e limites às ações. Alguns tipos de conteúdo exigem conhecimento técnico, como o jornalismo científico, jurídico, político. E são temas que causam repercussão na sociedade leiga. Informar um crime é uma coisa, dar opinião sobre ele é outra. Pressupõe-se conhecimento técnico pra ter credibilidade. E jornalista não tem conhecimento técnico da nada, e, nem consciência das repercussões do que fala. É leigo e informa pra leigo. E, dependendo da forma como passa, provoca revolta na população, os linchamentos, vingança privada, a bárbárie.
Um jornalista não tem - ou não deve ter- interesse no que ele informa. Não pode ser tendencioso. Na faculdade, o jornalista aprende apenas a dogmática da comunicação e sua estruturação técnica. A imprensa informa fatos. E quem informa, fala livremente sobre o assunto como se conhecedor fosse, e na verdade é leigo. Há vício. E quanto mais repetitivo e sensacionalista, mais repercussão negativa e mais falta de controle o Estado terá sobre a manifestação popular.
Por isso, sou a favor do jornalismo como pós-graduação. Os assuntos dos quais ele trata demandam conhecimento técnico e existem graduações para isso. É a única forma de se dar confiabilidade à informação e efetivar responsabilidade sobre o que é dito. Se há excesso de liberdade de alguém, não há igualdade, e vários direitos que deveriam ser protegidos pelo Estado são violados.
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