
Ninguém duvida que o sentimento de perda de um filho assassinado, para a mãe, é muito mais grave e doloroso que o próprio crime. E que qualquer punição nunca será justa quando tudo for analisado sob o ponto de vista dela. E, quando não é suficiente, fala-se em impunidade, que é um erro técnico. Impunidade quer dizer ausência da punição, tida como objeto dentro do Direito Penal, público, que pune. O sofrimento os danos morais são discutidos a parte, no Direito Civil, que tem natureza privada, pessoal.
E aí você pergunta a uma mãe qual punição ela quer para o assassino de sua filha. O que você acha que ela responderia? Morte? Não. Morte do assassino abrevia o sentimento dele, não o dela. Ela vai preferir que ele sofra. Mais cadeia ou constrangimento moral é sofrimento. Ir a público se manifestar, consciente das conseqüências, como se vestisse o papel de vítima da impunidade também é uma forma de punir. As pessoas respeitam o sofrimento da mãe, entendem os excessos, mas não vêem o oportunismo. Elas não compreendem a ressocialização e tudo que é dito por uma mãe em relação ao assassino do filho é legítimo.
E aí que a Glória Perez resolve se manifestar e perseguir publicamente os "assassinos de sua filha". Ela já faz isso há muito tempo, mas resolveu contar da proposta de matá-los feitas, por carta, por uma facção criminosa. Bastava que ela disesse uma palavra e, gratuitamente, em meia hora, os assassinos estariam mortos. Não sei se ela disse a palavra na entrevista, diz ela que sempre ficou atenta para não dizer.
Bom, uma autora famosa, desnecessariamente, dá uma informação como esta. Ninguém percebe que ela seria mandante de um crime de homicídio caso disesse a tal palavra, tornando-se igual, que isso se configura como uma ameaça em resposta ao programa "Sem Censura", quando o Guilherme ameaçou processá-la judicialmente por danos morais e que os danos que ela causa, ou poderia causar, caso dissesse a palavra, seriam muito maiores, chegando até a ultrapassar a pessoa dos "assassinos", atingindo parentes, filhos e também mães que nem ela.
É por isso que a justiça é feita pelo Judiciário; porque as pessoas não representam apenas um papel na sociedade. Não é a Glória a mocinha, mãe justiceira. Ela não é vítima. Pelo contrário. O que há aqui é uma inversão de papéis porque primeiro existe inversão de valores e o vício de julgar e tratar alguém pelo que é, não pelo que faz.
E aí você pergunta a uma mãe qual punição ela quer para o assassino de sua filha. O que você acha que ela responderia? Morte? Não. Morte do assassino abrevia o sentimento dele, não o dela. Ela vai preferir que ele sofra. Mais cadeia ou constrangimento moral é sofrimento. Ir a público se manifestar, consciente das conseqüências, como se vestisse o papel de vítima da impunidade também é uma forma de punir. As pessoas respeitam o sofrimento da mãe, entendem os excessos, mas não vêem o oportunismo. Elas não compreendem a ressocialização e tudo que é dito por uma mãe em relação ao assassino do filho é legítimo.
E aí que a Glória Perez resolve se manifestar e perseguir publicamente os "assassinos de sua filha". Ela já faz isso há muito tempo, mas resolveu contar da proposta de matá-los feitas, por carta, por uma facção criminosa. Bastava que ela disesse uma palavra e, gratuitamente, em meia hora, os assassinos estariam mortos. Não sei se ela disse a palavra na entrevista, diz ela que sempre ficou atenta para não dizer.
Bom, uma autora famosa, desnecessariamente, dá uma informação como esta. Ninguém percebe que ela seria mandante de um crime de homicídio caso disesse a tal palavra, tornando-se igual, que isso se configura como uma ameaça em resposta ao programa "Sem Censura", quando o Guilherme ameaçou processá-la judicialmente por danos morais e que os danos que ela causa, ou poderia causar, caso dissesse a palavra, seriam muito maiores, chegando até a ultrapassar a pessoa dos "assassinos", atingindo parentes, filhos e também mães que nem ela.
É por isso que a justiça é feita pelo Judiciário; porque as pessoas não representam apenas um papel na sociedade. Não é a Glória a mocinha, mãe justiceira. Ela não é vítima. Pelo contrário. O que há aqui é uma inversão de papéis porque primeiro existe inversão de valores e o vício de julgar e tratar alguém pelo que é, não pelo que faz.
*Ela está proibida de falar o nome dos assassinos de sua filha. Então, o que ela faz: vai aos jornais e fala da novela, da personagem Yvone que quando vai pra cadeia , vira presa com bom comportamento. Porque,segundo a Glorinha, preso tem que ser rebelde, fazer rebeliões, pra ficar bem mais tempo na cadeia.E, obviamente, ela não pode,mas o jornalista lembra que o nome queela não pode mais mencionar.
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