
A profissão de jornalista é regulamentada, mas ela não tem a mesma representatividadade das outras. Não existe uma autarquia que a represente como categoria profissional, que possa regulamentar o curso, vincular as universidades, tenha poder de polícia, etc. Eu sempre achei que jornalismo deveria ser especialização, não graduação.
Mas fato é que os blogs na internet estão furando a imprensa. A internet está minando o poder moderador da imprensa frente àqueles que têm acesso à internet. Primeiro porque a notícia passada nos veículos populares, muitas vezes é carente de credibilidade. Se tem uma coisa que todos sabemos que jornalista não tem é conhecimento para falar com propriedade sobre qualquer assunto. E ele nem sente a responsabilidade pelo que diz. Sua imparcialidade quer dizer o não comprometimento com a consistência do que passa. Alguém que trabalha com "isso" diz "isso", ok. Eu me formei em Direito, eu sei o que a imprensa fez, por exemplo, nos casos Nardoni e Eloá.
Os textos do Bial e os comentários do Arnaldo Jabor são os mais caros , mais bajulados e mais copiados por mala direta. São spams por excelência. Têm apelo comercial virulento. São textos pseudointelectuais (e muito mal escritos, porque ambos escrevem muito mal) dirigidos a quem não entende nada do que está sendo dito. É fácil você se passar por autoridade num assunto só pela pose na escrita ou na atitude.
E, por isso, pela facilidade de contestação dos textos apresentados pelos profissionais, os blogs vêm adquirido popularidade. Escritos por jornalistas, ou por qualquer um, são meios de comunicação igualitários. Por si só, pelo que escreve, a pessoa ganha credibilidade, números de acessos e, conforme sua popularidade, ela pode vender propaganda em seu espaço. E,por ser algo que começa de graça e busca interesse, o blogueiro procura embasar aquilo que diz,pesquisa, etc. Na internet é muito fácil. Nada é mais simples do que o trabalho de jornalista. E toda a representatividade que esta classe tem, se dá pela protetividade aos profissionais que já existem no mercado (corporativismo, muito bem compreensível), mas não há meios de proteção da boa informação e da ética, porque, aí, vinculariam os cursos e não há entidade com competência para tanto, o que demonstra o pouco interesse nesta profissão.
A questão dos jornalistas com os blogueiros é que estes têm muito mais liberdade e podem usar com mais propriedade aquilo que comunicam. Aqueles não, estão limitados aos interesses do veículo. Muitas vezes, não exercem com afinco aquilo que são pagos para fazer, justamente por isso: não é preciso ser jornalista pra escrever com responsabilidade e comprometimento.
Mas fato é que os blogs na internet estão furando a imprensa. A internet está minando o poder moderador da imprensa frente àqueles que têm acesso à internet. Primeiro porque a notícia passada nos veículos populares, muitas vezes é carente de credibilidade. Se tem uma coisa que todos sabemos que jornalista não tem é conhecimento para falar com propriedade sobre qualquer assunto. E ele nem sente a responsabilidade pelo que diz. Sua imparcialidade quer dizer o não comprometimento com a consistência do que passa. Alguém que trabalha com "isso" diz "isso", ok. Eu me formei em Direito, eu sei o que a imprensa fez, por exemplo, nos casos Nardoni e Eloá.
Os textos do Bial e os comentários do Arnaldo Jabor são os mais caros , mais bajulados e mais copiados por mala direta. São spams por excelência. Têm apelo comercial virulento. São textos pseudointelectuais (e muito mal escritos, porque ambos escrevem muito mal) dirigidos a quem não entende nada do que está sendo dito. É fácil você se passar por autoridade num assunto só pela pose na escrita ou na atitude.
E, por isso, pela facilidade de contestação dos textos apresentados pelos profissionais, os blogs vêm adquirido popularidade. Escritos por jornalistas, ou por qualquer um, são meios de comunicação igualitários. Por si só, pelo que escreve, a pessoa ganha credibilidade, números de acessos e, conforme sua popularidade, ela pode vender propaganda em seu espaço. E,por ser algo que começa de graça e busca interesse, o blogueiro procura embasar aquilo que diz,pesquisa, etc. Na internet é muito fácil. Nada é mais simples do que o trabalho de jornalista. E toda a representatividade que esta classe tem, se dá pela protetividade aos profissionais que já existem no mercado (corporativismo, muito bem compreensível), mas não há meios de proteção da boa informação e da ética, porque, aí, vinculariam os cursos e não há entidade com competência para tanto, o que demonstra o pouco interesse nesta profissão.
A questão dos jornalistas com os blogueiros é que estes têm muito mais liberdade e podem usar com mais propriedade aquilo que comunicam. Aqueles não, estão limitados aos interesses do veículo. Muitas vezes, não exercem com afinco aquilo que são pagos para fazer, justamente por isso: não é preciso ser jornalista pra escrever com responsabilidade e comprometimento.
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