
Ao contrário do que eu imaginava, esta olímpiada até que não está tão focada nos protestos pró Tibet, terrorismo, nas diferenciações comunistas. Está até chata. Eu digo não focada no sentido de que estão sendo bem isoladas as manifestações. Os atletas não estão fazendo da olímpiada um papel que ela não tem. E o bonito de ver, realmente, é a competição, conhecer diferentes culturas representadas pelos atletas. E a China está dando um show de educação e respeito como torcedores, cidadãos e com oatletas. Estão com o dobro de medalhas dos EUA e o país todo se volta pro atleta que disputa medalha. E aí começa o folclore. As pessoas ficam fantasiando como nos tempos de marcatismo. "Será que apanham se perderem, serão humilhados,etc". Acho que num mundo voltado para o dinheiro - e o esporte, mais do que eu pensava, está muito pra esse lado-, um poquinho de nacionalismo é algo que nos soa completamente estranho. Chorar ouvindo o hino tocar então, é papagaiada.
O mais curioso é que olímpiada em país comunista chama a atenção para o coletivo. E com isso, também entram os mulçumanos que têm mais em comum com os chineses do que com os ocidentais capitalistas, pró-direitos humanos. Se virmos a Roqaya Al-Gassra, do Bahrein, no atletismo, já cai o mito de que mulçumanas não pdoem bencer pro causa do calor. É algo estranhos para nós, ocidentais, mas não para elas. As pessoas querem libertar as mulheres mulçumanas, mas sem saber se elas estão infelizes, precisando de ajuda. Aliás, é do ocidente esse negócio de achar que quem é diferente está com fome ou fracassado. E que as outras culturas são sempre exemplo de falta de liberdade e opressão dos direitos humanos e da nossa natureza individualista.
Outro ponto interessante, advindo dessas quedas dos brasileiros favoritos, é a forma como o esporte evoluiu a ponto de que recordes batidos nas classificatórias anos atrás, sequer classificariam para uma final. Na natação, ficou evidente. Falaram que a piscina foi projetada para tal, para a vitória de um Phelps da vida. Só que, para recordes, não basta treino e alimentação. Tem que ser super-homem. As reportagens diziam que o Phelps tem 10 cm a mais de braço que a sua altura (1,93 e tem 2,03 de braço), pés e mãos surpreedentemente maiores, etc. Ele anatomicamente é desproporcional. Disso conclui-se que não basta um atleta de alto nível ter o mesmo preparo que ele. A genética contribuiu a favor dele, por isso, parecia fácil pra ele vencer. E Phelps deu um passeio realmente. Só que eu acho que faz parte essa propaganda de super-homem. O problema é a pessoa perder os limites do corpo, arriscar-se com substâncias proíbidas para chegar ao nível dos Phelps da vida. E a pressão vem do indíviduo. É moral. Está nos limites para se obter um corpo que lhe garanta vitórias que lhe dará dinheiro. A olimpíada dá notoriedade e, pra muitos ali, é muito.
Eu atribuo a queda do Diego Hypolito e Dayane a isso que eu expliquei acima. Não foi pressão externa do famoso "tapinha nas costas", do favoritismo. Foi perda do controle físico. E isso também vejo no volei masculino. Para aumentar os rendimentos, o atleta aumenta a intensidade dos treinamentos, ignora a dor do corpo, os limites, e uma hora, o corpo não responde. Diego caiu do nada, Dayane saiu do tablado. O volei está com metade dos jogadores sentindo os ombros. Giba, o "super-homem" da seleção, foi o que deu tilt. A seleção está sênior e não consegue ter o nível que tinha com o Ricardinho. Está sendo superada e precisa melhorar. Desmerecer o Ricardinho, virou questão de honra e, no que o levantador não tem capacidade de render, compensa-se nos atacantes e passadores. Eu não torço mesmo por essa seleção. A moral já não existe mais, convenceram a mim de que fazem qualquer coisa pra serem campeões. Não têm limites.
E nessas diferenças culturais, de ética, que vemos até que ponto o esporte pdoe ser suado como referencial na formação do indivíduo e até que ponto o esporte de alto nível pode descontruí-lo.
O mais curioso é que olímpiada em país comunista chama a atenção para o coletivo. E com isso, também entram os mulçumanos que têm mais em comum com os chineses do que com os ocidentais capitalistas, pró-direitos humanos. Se virmos a Roqaya Al-Gassra, do Bahrein, no atletismo, já cai o mito de que mulçumanas não pdoem bencer pro causa do calor. É algo estranhos para nós, ocidentais, mas não para elas. As pessoas querem libertar as mulheres mulçumanas, mas sem saber se elas estão infelizes, precisando de ajuda. Aliás, é do ocidente esse negócio de achar que quem é diferente está com fome ou fracassado. E que as outras culturas são sempre exemplo de falta de liberdade e opressão dos direitos humanos e da nossa natureza individualista.
Outro ponto interessante, advindo dessas quedas dos brasileiros favoritos, é a forma como o esporte evoluiu a ponto de que recordes batidos nas classificatórias anos atrás, sequer classificariam para uma final. Na natação, ficou evidente. Falaram que a piscina foi projetada para tal, para a vitória de um Phelps da vida. Só que, para recordes, não basta treino e alimentação. Tem que ser super-homem. As reportagens diziam que o Phelps tem 10 cm a mais de braço que a sua altura (1,93 e tem 2,03 de braço), pés e mãos surpreedentemente maiores, etc. Ele anatomicamente é desproporcional. Disso conclui-se que não basta um atleta de alto nível ter o mesmo preparo que ele. A genética contribuiu a favor dele, por isso, parecia fácil pra ele vencer. E Phelps deu um passeio realmente. Só que eu acho que faz parte essa propaganda de super-homem. O problema é a pessoa perder os limites do corpo, arriscar-se com substâncias proíbidas para chegar ao nível dos Phelps da vida. E a pressão vem do indíviduo. É moral. Está nos limites para se obter um corpo que lhe garanta vitórias que lhe dará dinheiro. A olimpíada dá notoriedade e, pra muitos ali, é muito.
Eu atribuo a queda do Diego Hypolito e Dayane a isso que eu expliquei acima. Não foi pressão externa do famoso "tapinha nas costas", do favoritismo. Foi perda do controle físico. E isso também vejo no volei masculino. Para aumentar os rendimentos, o atleta aumenta a intensidade dos treinamentos, ignora a dor do corpo, os limites, e uma hora, o corpo não responde. Diego caiu do nada, Dayane saiu do tablado. O volei está com metade dos jogadores sentindo os ombros. Giba, o "super-homem" da seleção, foi o que deu tilt. A seleção está sênior e não consegue ter o nível que tinha com o Ricardinho. Está sendo superada e precisa melhorar. Desmerecer o Ricardinho, virou questão de honra e, no que o levantador não tem capacidade de render, compensa-se nos atacantes e passadores. Eu não torço mesmo por essa seleção. A moral já não existe mais, convenceram a mim de que fazem qualquer coisa pra serem campeões. Não têm limites.
E nessas diferenças culturais, de ética, que vemos até que ponto o esporte pdoe ser suado como referencial na formação do indivíduo e até que ponto o esporte de alto nível pode descontruí-lo.
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