Ontem, minha prima me pediu pra que fosse à apresentação da Manu na escola. Era uma espécie de exposição dos trabalhinhos dela. Fomos o pai da menina e eu. Ela nem ligou muito pra mim, mas impressionante a facilidade dela pra conversar com as pessoas, interagir, apresentar o pai pra todo mundo. E nada para as coreografias para as quais ficara dias ensaiando. Ela pára e fica no meio dos outros.
Sobre "o evento", não se tratava de uma exposição. Era uma espécie de dia de conscientização do meio ambiente. Com textos, teatrinho, coral, apresentação de números das crianças, maquetes feitas pelas do ginásio, e de um filme, "Uma verdade incoveniente", do Al Gore. Muito legal, por sinal, mas diante de tanta coisa apresentada pelas crianças, o tempo de filme foi reduzido a uns 15 minutos. E um cartaz que era um desenho do planeta Terra, como desenho das máscaras do teatro: metade riso - com árvores- metade triste - com chaminés-. E colorido com tampinhas. As professoras fizeram uma arrecadação de tampinhas. Uma gincana. Tirei fotos da Manu, da apresentação dela, vi o filme, tudo. Alguns poucos pais, o pai da Manu, eu e um monte de mãe que tiravam fotos de tudo.
Não havia muita conscientização não. Essas apresentações de escola são, de fato, sacais. A gente se comove pelas crianças, que dão uma importância tamanha aos diálogos, decoram, ficam nervosos, orgulhosos de si. Mas da parte das professoras, havia mais tédio que das mães. Tanto que nem teve nada que tratasse especificamente da reciclagem. A não ser o cartaz do planeta terra de "champinhas" como dizia a professora. Cartaz que já deve ter sido jogado fora. Nada de sofá de tampinhas, nem de armadilha contra o mosquito da dengue, etc. E treze mil tampinhas de plásticos, que sabe-se lá o quê será feito delas.
E disso conclui-se: sabe-se o que se tem que fazer, mas não se sabe como.
Quatro horas de"evento" que, nas fotos, ficaram sensacionamente memoráveis.
Sobre "o evento", não se tratava de uma exposição. Era uma espécie de dia de conscientização do meio ambiente. Com textos, teatrinho, coral, apresentação de números das crianças, maquetes feitas pelas do ginásio, e de um filme, "Uma verdade incoveniente", do Al Gore. Muito legal, por sinal, mas diante de tanta coisa apresentada pelas crianças, o tempo de filme foi reduzido a uns 15 minutos. E um cartaz que era um desenho do planeta Terra, como desenho das máscaras do teatro: metade riso - com árvores- metade triste - com chaminés-. E colorido com tampinhas. As professoras fizeram uma arrecadação de tampinhas. Uma gincana. Tirei fotos da Manu, da apresentação dela, vi o filme, tudo. Alguns poucos pais, o pai da Manu, eu e um monte de mãe que tiravam fotos de tudo.
Não havia muita conscientização não. Essas apresentações de escola são, de fato, sacais. A gente se comove pelas crianças, que dão uma importância tamanha aos diálogos, decoram, ficam nervosos, orgulhosos de si. Mas da parte das professoras, havia mais tédio que das mães. Tanto que nem teve nada que tratasse especificamente da reciclagem. A não ser o cartaz do planeta terra de "champinhas" como dizia a professora. Cartaz que já deve ter sido jogado fora. Nada de sofá de tampinhas, nem de armadilha contra o mosquito da dengue, etc. E treze mil tampinhas de plásticos, que sabe-se lá o quê será feito delas.
E disso conclui-se: sabe-se o que se tem que fazer, mas não se sabe como.
Quatro horas de"evento" que, nas fotos, ficaram sensacionamente memoráveis.
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