Demorei um pouco pra tratar deste assunto porque esperei o Lula e o governo braileiro se posicionarem. Pra saber o que nosso digníssimo presidente entende por um golpe de Estado. Ou se sabe que quem quis dar o golpe foi o Zelaya e o Congresso, à beira de sofrer uma supressão, com o Michelletti, resguardou a constituição.
Mas a posição tímida do nosso presidente é óbvia, se lembrarmos de que ele próprio queria um terceiro mandato. E toda essa polêmica foi discutida na mídia, tendo o PT, por fim, resolvido indicar a Dilma. Tendo este exemplo de Honduras, sabe-se bem que foi esta a melhor opção, porque poderia acontecer o mesmo no nosso país, ainda mais pela teoria falida do Estado Mínimo lançada pela Dilma três dias antes do "golpe" na Venezuela.
Todos sabemos que o Lula é simpatizante do Chavez. E apoiar Zelaya é estar manifestando apoio ao Chavez, que, diga-se de passagem, transportou Zelaya de jatinho até Tegucigalpa (capital hondurenha) pra que ele tentasse uma resistência, quando ele, acuado, buscou apoio na embaixada brasileira. Foi errada a expulsão pelo exército, evitando um julgamento de Zelaya pela justiça, mas erro muito maior foi o retorno dele.
Daí a comunidade internacional começa a perceber que o que o Lula está fazendo é loucura. É anti-estado democrático e que o fato de um presidente ter sido regularmente eleito não quer dizer que o mesmo possa se impor acima da constituição. E é isso que a Dilma acha fácil: a nossa constiuição é neoliberal e, por isto, entenda: defende Estado Mínimo. O poder do presidente é limitado pelos demais poderes, no sistema de pesos e contrapesos, e não pode ele se posicionar contra o que a constituição defende. E vem as olímpiadas nos informar sobre a vitória do lula sobre Obama, bem na semana em que os EUA criticam o posicionamento do Lula e o retorno do Zelaya. Ora, se Lula não reconhece o governo interino, não pode manter seus diplomatas ali. É como se a embaixada não existisse. E ela é hoje o lugar de onde o Zelaya administra a bagunça sob pseudônimo de resistência.
Segundo The wall Street journal " Zelaya foi deposto não por um "antiquado golpe militar latino-americano", mas de maneira "legal" e por ordem do Tribunal Constitucional de Honduras, depois que "agitou as ruas com protestos para poder modificar a Constituição do país".E, exatamente por isso, a melhor forma de se resolver o conflito seria a entrega de Zelaya às autoridades do país. Posição esta do governo brasileiro. que oferece abrigo a Zelaya por quanto tempo quiser.
Em contrapartida, Michelletti começa a negociar diretamente com Zelaya. E, na próxima terça-feira, chegam os membros da OEA. E, elegantemente, ele declarou que o exército não invadiria o território brasileiro, sua propriedade (a embaixada brasileira), com oquem reconhece o Brasil, e reivindica a reciprocidade. É uma atitude que apaga o erro que cometeram ao explusar Delaya. É a oportunidade que tem o Brasil ,dependendo da sapiência do nosso presidente, de tomar pra si o protagonismo da crise. E resolvê-loa, óbviamente, implicará numa mudança de postura. Mudar de lado, mais precisamente, como os EUA também mudaram.
Mas a posição tímida do nosso presidente é óbvia, se lembrarmos de que ele próprio queria um terceiro mandato. E toda essa polêmica foi discutida na mídia, tendo o PT, por fim, resolvido indicar a Dilma. Tendo este exemplo de Honduras, sabe-se bem que foi esta a melhor opção, porque poderia acontecer o mesmo no nosso país, ainda mais pela teoria falida do Estado Mínimo lançada pela Dilma três dias antes do "golpe" na Venezuela.
Todos sabemos que o Lula é simpatizante do Chavez. E apoiar Zelaya é estar manifestando apoio ao Chavez, que, diga-se de passagem, transportou Zelaya de jatinho até Tegucigalpa (capital hondurenha) pra que ele tentasse uma resistência, quando ele, acuado, buscou apoio na embaixada brasileira. Foi errada a expulsão pelo exército, evitando um julgamento de Zelaya pela justiça, mas erro muito maior foi o retorno dele.
Daí a comunidade internacional começa a perceber que o que o Lula está fazendo é loucura. É anti-estado democrático e que o fato de um presidente ter sido regularmente eleito não quer dizer que o mesmo possa se impor acima da constituição. E é isso que a Dilma acha fácil: a nossa constiuição é neoliberal e, por isto, entenda: defende Estado Mínimo. O poder do presidente é limitado pelos demais poderes, no sistema de pesos e contrapesos, e não pode ele se posicionar contra o que a constituição defende. E vem as olímpiadas nos informar sobre a vitória do lula sobre Obama, bem na semana em que os EUA criticam o posicionamento do Lula e o retorno do Zelaya. Ora, se Lula não reconhece o governo interino, não pode manter seus diplomatas ali. É como se a embaixada não existisse. E ela é hoje o lugar de onde o Zelaya administra a bagunça sob pseudônimo de resistência.
Segundo The wall Street journal " Zelaya foi deposto não por um "antiquado golpe militar latino-americano", mas de maneira "legal" e por ordem do Tribunal Constitucional de Honduras, depois que "agitou as ruas com protestos para poder modificar a Constituição do país".E, exatamente por isso, a melhor forma de se resolver o conflito seria a entrega de Zelaya às autoridades do país. Posição esta do governo brasileiro. que oferece abrigo a Zelaya por quanto tempo quiser.
Em contrapartida, Michelletti começa a negociar diretamente com Zelaya. E, na próxima terça-feira, chegam os membros da OEA. E, elegantemente, ele declarou que o exército não invadiria o território brasileiro, sua propriedade (a embaixada brasileira), com oquem reconhece o Brasil, e reivindica a reciprocidade. É uma atitude que apaga o erro que cometeram ao explusar Delaya. É a oportunidade que tem o Brasil ,dependendo da sapiência do nosso presidente, de tomar pra si o protagonismo da crise. E resolvê-loa, óbviamente, implicará numa mudança de postura. Mudar de lado, mais precisamente, como os EUA também mudaram.
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