

Quem não entende do esporte costuma ser muito injusto com atletas e técnicos. Eu acho que o Brasil tem técnicos muito bons. Desses que fazem milagres mesmo. Tão comum o Brasil em olímpiadas ganhar medalhas em categorias inesperadas. Em alguns esportes sempre há, como atletismo, que é aonde se vê pessoas com vontade, que superam pobreza, dificuldades de patrocínio, etc. E vão lá pela raça mesmo. Pra elas, o único retorno é a premiação. Outros, em se tratando de esporte de alto nível, querem carona no potencial dos atletas. E o que era pra ser um ponto positivo, vira jogada marqueteira, exploração de talento e esforço físico que, para o atleta, não dá tanto retorno. E a carreira do Bernardinho é assim. Como jogador, ele não era quase nada, mas como técnico, ele sabe se aproveitar. Ganha dinheiro com palestras, salário alto, etc. em função da seleção e ainda divide os prêmios. No volei masculino, os atletas perdem mais do que ganham. Ainda mais nesta seleção- panelinha- onde os jogadores têm dez anos ou mais.
O injusto é o tratamento dado Zé Roberto, que pra mim é muito maior do que o Bernardinho. Ele já tem um ouro olímpico , como o Bernardo. E o feminino é uma seleção fantástica também. Com jogadoras de média inferior a 25 anos. Elas perderam muito nas finais, foram muito vices e tal, mas elas dividem uma hegemonia. Há China, Rússia, Itália e Cuba. Só faltava ganhar da Rússia de 3 a 0, porque elas não foram pro Grand prix. Agora fechou.
No masculino, havia a seleção brasileira em cima, as demais embaixo. Hoje, parece que estamos vendo uma inversão. O feminino ascendendo e o masculino decaindo. Méritos do Zé Roberto, que pegou uma seleção do zero. Bernardinho herdou a dele e não renovou. E ele depreciou o Zé ao concordar com o Juca Kfouri que a seleção de 92 foi a zebra e não merecia ganhar.
"Ah, mas oBernardinho tem mais títulos", podem dizer. Aí depende do esforço. Se ele ganha superliga, o Zé ganhou scudetto. Ele está lapidando a Mari pra ser a melhor jogadora de todos os tempos. E ela pode. De meio a oposto e deste pra ponteira-passadora. DEfesas extraordinárias. O Brasil às vezes parece ter duas líberos. Mari defende muito, passa muito e levanta. Esta seleção é formada por 3 pessoas estupendas: Mari, Zé e Fofão. Merecem muito a medalha pelo lado profissional, pelo lado pessoal. Principalmente Mari e Zé, os mais injustiçados.
Quero o Zé com a medalha que faltará pra sempre ao Bernardinho. Com mais ouro solímpicos que ele. Quero a Mari MVP. E a seleção masculina que seja superada pelo bem do esporte e da ética profisional.
O injusto é o tratamento dado Zé Roberto, que pra mim é muito maior do que o Bernardinho. Ele já tem um ouro olímpico , como o Bernardo. E o feminino é uma seleção fantástica também. Com jogadoras de média inferior a 25 anos. Elas perderam muito nas finais, foram muito vices e tal, mas elas dividem uma hegemonia. Há China, Rússia, Itália e Cuba. Só faltava ganhar da Rússia de 3 a 0, porque elas não foram pro Grand prix. Agora fechou.
No masculino, havia a seleção brasileira em cima, as demais embaixo. Hoje, parece que estamos vendo uma inversão. O feminino ascendendo e o masculino decaindo. Méritos do Zé Roberto, que pegou uma seleção do zero. Bernardinho herdou a dele e não renovou. E ele depreciou o Zé ao concordar com o Juca Kfouri que a seleção de 92 foi a zebra e não merecia ganhar.
"Ah, mas oBernardinho tem mais títulos", podem dizer. Aí depende do esforço. Se ele ganha superliga, o Zé ganhou scudetto. Ele está lapidando a Mari pra ser a melhor jogadora de todos os tempos. E ela pode. De meio a oposto e deste pra ponteira-passadora. DEfesas extraordinárias. O Brasil às vezes parece ter duas líberos. Mari defende muito, passa muito e levanta. Esta seleção é formada por 3 pessoas estupendas: Mari, Zé e Fofão. Merecem muito a medalha pelo lado profissional, pelo lado pessoal. Principalmente Mari e Zé, os mais injustiçados.
Quero o Zé com a medalha que faltará pra sempre ao Bernardinho. Com mais ouro solímpicos que ele. Quero a Mari MVP. E a seleção masculina que seja superada pelo bem do esporte e da ética profisional.
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